Justiça Federal na Paraíba adere à campanha “Dezembro Vermelho”

11/12/2017 às 12:40

Durante todo este mês, ações são realizadas para estimular a prevenção e o combate ao HIV/Aids e a outras ISTs

         A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) aderiu a mais uma campanha de conscientização. Desta vez, as ações educativas são voltadas à prevenção e ao combate ao HIV/Aids e a outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), que no mês de dezembro recebem atenção especial em todo o mundo. O site institucional da JFPB ganhou um design que faz alusão ao tema e as redes sociais do órgão divulgarão dicas e informações sobre a iniciativa.

No mês passado, foi publicada a Lei 13.504/2017 que define detalhes sobre prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV/Aids. Estão sendo realizadas, durante este mês, atividades e mobilizações em todo o País, tais como: veiculação de campanhas de mídia; palestras e atividades educativas; além de promoção de eventos.

As ações têm parceria entre o poder público, sociedade civil e organismos internacionais, de acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) para enfretamento da Aids e outras ISTs.

Dezembro Vermelho

O mês de dezembro foi definido como período de reforço às ações de prevenção e combate à Aids em referência ao dia 1º, considerado mundialmente como de luta contra a doença. A decisão foi tomada na Assembleia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde.

O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à ideia de paixão, além de ser visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. O projeto foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo por causa da doença.


Autor: Seção de Comunicação Social da JFPB -
imprensa@jfpb.jus.br


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